Numa intensa e escura madrugada, andam os assassinos, que em seus
rostos se mostravam claramente desapontados, até mesmo Kryon, o mais
barulhento, preferia ficar calado após essa vergonhosa derrota:
- Pensando bem, como iremos tratar das feridas do Lyon? - disse Streyo, enquanto colocava Lyon no chão, ele estava sangrando em quantidades exorbitantes.
- Se não cuidarmos disso logo, ele vai seis pés debaixo do chão, temos que ir até a central pra cuidar disso...
- A central? Tem certeza que os hospitais daqui não vão o aceitar? - disse Kryon, lembrando de quanto tempo que não ouvia falar da central.
- Seria obvio que duvidariam de um bando de encapuzados jogando um cara com uma ferida de dois palmos de largura pra tratar.
Streyo, preocupado com o servo e amigo mais antigo da Dark Honor, logo mandou Jeino pegar as bandagens e Kryon preparar os cavalos, a distancia da central a cidade era muito maior do que suas runas chegavam.
Após dias de viagem, eles finalmente conseguiam ver a central, era uma torre no meio daquele pântano lamacento. Era bruscamente curvada para o lado direito, mais como se seu centro fosse de alguma massa maleável, era como se a gravidade não existisse para aquela torre.
Eles em rápidos minutos chegaram ao portão, onde havia dois anões. Suas barbas ruivas eram gigantes, chegando até o chão, as armaduras deles eram tão grandes que só era possível ver seus olhos, que expressavam que aqueles anões já viram milhares de batalhas, havia também suas armas, o anão da esquerda, estava segurando um martelo do dobro do seu tamanho, que parecia ter sido feito de cristais com safiras, ou cobalto do mais claro e ainda vibrante possível, o da direita, segurava uma espada germânica, uma Zweihander, ela era de punhal feito de madeira púrpura, sendo que a lamina era feita de aço escuro como a noite das tundras do oeste.
Os anões logo se ajoelharam ao ver o rosto de Streyo.
- A grande central o espera mestre Streyo, do vigésimo casto de batalha. - Disse um dos anões.
- Gloria a Damocles, o deus da loucura e da justiça - Replicou Streyo, após isso, os portões se abriram. Impressionantemente, dentro da torre, ela parecia perfeitamente normal, sem nenhuma curva, nem a mais leve inclinação existia, Streyo logo disse a Kryon e Jeino, que nunca haviam visto a grande torre.
- Esta e a torre que incorpora a central, o nucleo de toda a Dark Honor e seus castos, elá só pode se manter a sim devido ao cristal de Damocles no topo da torre, onde apenas o Grão mestre pode entrar.
Eles logos se aproximaram a outro grande portão, dessa vez aberto, onde mostrou como era dentro da tenebrosa torre, diferente de como todos pensavam, a torre era como um bar, comida e bebida mais que abundante, pessoas festejando como nunca, eles andaram, deixando os cavalos perto dos portões. Streyo logo se aproximou a um homem de manto preto, em sua cintura era possível ver uma adaga embainhada, seu rosto era de no máximo vinte anos, com cabelos finos, bagunçados e prateados, ele estava sentado empinando sua cadeira enquanto bebia um copo de flor genocida, uma das bebidas mais caras do lugar.
- Kakuro, temos um paciente pra você. - Apressou-se Streyo a dizer.
Kakuro estava bêbado, constantemente soluçando, ele logo replicou.
- A nãããooo ser que você pague em garotas, o hospital está fechado.
- Dez dedos de largura
Kakuro logo caiu da cadeira, a bebida de flor derramou em seu rosto, enquanto se limpava, ele mostrou uma cara assustada.
- Dez dedos?! Isso e biologicamente impossível, deixe eu ver!
- Só se você o tratar.
- Se você me deixar fazer exames nele eu o trato.
- Trato feito.
Ambos apertaram as mãos, mostrando um sorriso maligno característico dos dois. Kakuro deu um grito que ecoou por toda a torre
- Diana, Vaelin! Vão pegar os equipamentos! Temos um paciente interessante... - Gritou Kakuro, logo antes de estampar um sorriso sarcástico.
Notas do autor:
(1) Holy sh*t, essa capitulo demorou pelo menos umas quatro horas pra fazer, em compensação esta gigante nos meus termos.
(2) Foi mal pela falta de capitulos, teve uns negocio de escola, ai teve aquela porcaria do osu que tirou metade da minha vida, e terraria, mas agora eu espero voltar com tudo (also, isso vai estar agora na casa das fics)
- Pensando bem, como iremos tratar das feridas do Lyon? - disse Streyo, enquanto colocava Lyon no chão, ele estava sangrando em quantidades exorbitantes.
- Se não cuidarmos disso logo, ele vai seis pés debaixo do chão, temos que ir até a central pra cuidar disso...
- A central? Tem certeza que os hospitais daqui não vão o aceitar? - disse Kryon, lembrando de quanto tempo que não ouvia falar da central.
- Seria obvio que duvidariam de um bando de encapuzados jogando um cara com uma ferida de dois palmos de largura pra tratar.
Streyo, preocupado com o servo e amigo mais antigo da Dark Honor, logo mandou Jeino pegar as bandagens e Kryon preparar os cavalos, a distancia da central a cidade era muito maior do que suas runas chegavam.
Após dias de viagem, eles finalmente conseguiam ver a central, era uma torre no meio daquele pântano lamacento. Era bruscamente curvada para o lado direito, mais como se seu centro fosse de alguma massa maleável, era como se a gravidade não existisse para aquela torre.
Eles em rápidos minutos chegaram ao portão, onde havia dois anões. Suas barbas ruivas eram gigantes, chegando até o chão, as armaduras deles eram tão grandes que só era possível ver seus olhos, que expressavam que aqueles anões já viram milhares de batalhas, havia também suas armas, o anão da esquerda, estava segurando um martelo do dobro do seu tamanho, que parecia ter sido feito de cristais com safiras, ou cobalto do mais claro e ainda vibrante possível, o da direita, segurava uma espada germânica, uma Zweihander, ela era de punhal feito de madeira púrpura, sendo que a lamina era feita de aço escuro como a noite das tundras do oeste.
Os anões logo se ajoelharam ao ver o rosto de Streyo.
- A grande central o espera mestre Streyo, do vigésimo casto de batalha. - Disse um dos anões.
- Gloria a Damocles, o deus da loucura e da justiça - Replicou Streyo, após isso, os portões se abriram. Impressionantemente, dentro da torre, ela parecia perfeitamente normal, sem nenhuma curva, nem a mais leve inclinação existia, Streyo logo disse a Kryon e Jeino, que nunca haviam visto a grande torre.
- Esta e a torre que incorpora a central, o nucleo de toda a Dark Honor e seus castos, elá só pode se manter a sim devido ao cristal de Damocles no topo da torre, onde apenas o Grão mestre pode entrar.
Eles logos se aproximaram a outro grande portão, dessa vez aberto, onde mostrou como era dentro da tenebrosa torre, diferente de como todos pensavam, a torre era como um bar, comida e bebida mais que abundante, pessoas festejando como nunca, eles andaram, deixando os cavalos perto dos portões. Streyo logo se aproximou a um homem de manto preto, em sua cintura era possível ver uma adaga embainhada, seu rosto era de no máximo vinte anos, com cabelos finos, bagunçados e prateados, ele estava sentado empinando sua cadeira enquanto bebia um copo de flor genocida, uma das bebidas mais caras do lugar.
- Kakuro, temos um paciente pra você. - Apressou-se Streyo a dizer.
Kakuro estava bêbado, constantemente soluçando, ele logo replicou.
- A nãããooo ser que você pague em garotas, o hospital está fechado.
- Dez dedos de largura
Kakuro logo caiu da cadeira, a bebida de flor derramou em seu rosto, enquanto se limpava, ele mostrou uma cara assustada.
- Dez dedos?! Isso e biologicamente impossível, deixe eu ver!
- Só se você o tratar.
- Se você me deixar fazer exames nele eu o trato.
- Trato feito.
Ambos apertaram as mãos, mostrando um sorriso maligno característico dos dois. Kakuro deu um grito que ecoou por toda a torre
- Diana, Vaelin! Vão pegar os equipamentos! Temos um paciente interessante... - Gritou Kakuro, logo antes de estampar um sorriso sarcástico.
Notas do autor:
(1) Holy sh*t, essa capitulo demorou pelo menos umas quatro horas pra fazer, em compensação esta gigante nos meus termos.
(2) Foi mal pela falta de capitulos, teve uns negocio de escola, ai teve aquela porcaria do osu que tirou metade da minha vida, e terraria, mas agora eu espero voltar com tudo (also, isso vai estar agora na casa das fics)
Notas do editor/revisor/escrevo
[1] gigante o caraleo
[2] Eu consegui tirar ele de dentro de uma armadilha chamada sedentarismo, que quando junta com animes e Osu! traz a virgindade eterna.
[3] #escravidãoéerrado
[1] gigante o caraleo
[2] Eu consegui tirar ele de dentro de uma armadilha chamada sedentarismo, que quando junta com animes e Osu! traz a virgindade eterna.
[3] #escravidãoéerrado
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