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sábado, 30 de janeiro de 2016

Blood Equality Cap 4!

Capitulo 4- O Duelo de Lendas


Nein e a besta de forma dracônica se encaravam, como antigos inimigos,  a única coisa que era possível se ouvir era a respiração ofegante do dragão, o silencio durou por alguns segundos, até que Nein o quebrou.
-A quanto tempo Rozan!
O Dragão então rosnou com raiva.
-Não sabia que tinha ficado tão forte, agora não e nem mais um mestre não é? Bocas, que logo foram decapitadas, diziam que você foi promovido pra Unidade Mitica, junto com aquele cara de cabelo preto e a biscate.
O Dragão estava furioso, uma respiração tão forte e tensa que poderia rachar o chão, mas por algum motivo, ele parecia se segurar, o que afetava Nein.
-Ah, você não gosta de quando eu falo dela? Qual era o nome mesmo, Deria? Dalia?
O Dragão então deu uma investida furiosa em Nein, que logo desviou e preparou-se para dar um golpe na cauda da besta, até que a tal se retraiou, o dragão estava se transformando num ser humano, os ossos dele se contraiam e expandiam, enquanto a criatura agora humana agonizava de dor, quando a transformação terminou, ele se revelou ser um homem alto, de trinta e poucos anos com um vivido cabelo ruivo jogado para trás e um cigarro em sua boca. Ele usava uma jaqueta vermelha, feita do que aparentava couro de javali e escamas de dragão, ele também tinha uma camiseta preta feita de um tecido fino, mas genérico, suas calças eram longas, cobrindo até o calcanhar, e com botas grandes feitas de um metal escuro.
Rozan então disse com uma raiva descomunal a Nein
-Não fale assim dela!
Após o grito de Rozan, uma espada apareceu na mão dele, a espada não tinha guarda, apenas uma lamina longa, de quase dois metros e de uma cor vermelha como o sangue.
-Eu cansei de ouvir suas idiotices, você não é mais o mesmo Nein, adeus!
Rozan então deu uma investida, preparando um golpe frontal ao tórax de Nein, que logo desviou ao lado e preparou um corte vertical, mirando as costas agora desprotegidas de Rozan
-Adeus mestre!
Quando o golpe de Nein iria acertar Rozan, o corpo dele virou chamas, fazendo com que a espada de Nein acerta-se nada além do vento
A Figura de Rozan apareceu atrás de Nein, sua espada penetrando o peito de Nein.
-Ignis!
A Lamina da espada começou a gerar chamas, enquanto Nein agonizava de dor, Rozen logo tirou a espada e disse
-Não adianta o quanto você tente, o mestre sempre derrotara o aluno.
Nein o olhou com raiva, um ódio quase imortal que parecia ter milênios de existência.
-Não! Eu ainda tenho uma carta na manga! Eles não estão vendo!
Com certo tom de incerteza, Rozan colocou a ponta da espada extremamente perto do pescoço de Nein, e perguntou-
-Quem!?
Rindo, Nein o respondeu
-Os vigias, os monstros de muitos olhos...
-Eu cansei dos seus jogos Nein!
Então, Rozan retraiu a espada do pescoço de Nein, e esticou seu ombro, fazendo um movimento de lança com sua espada, e, num flash, Nein não estava mais lá, apenas sua roupa extremamente danificada, e seu tapa-olho.
Rozan, então tremendo, lentamente virou, para ver uma figura quase monocromática que estava atrás dele, ela vestia roupas completamente roxas, uma jaqueta grande abotoada que chegava aos seus joelhos, botas que também chegavam aos joelhos e o que parecia ser uma calça de um tecido desconhecido, mas que parecia extremamente resistente. A figura também usava um capacete que lembrava um escorpião, como todas as suas roupas, o capacete era roxo, mas um tom muito mais escuro que o resto de suas roupas e, na parte bocal do capacete, ele era vermelho, e atrás de sua cabeça, era possível ver uma cauda de escorpião da mesma cor que o resto do capacete.
-Kabuto número setenta, o Rei escorpião, então, o que acha disso mestre?!
Rozan estava estupefato enquanto Nein ria, o poder que aquela habilidade era estrondoso, o ar em volta de Nein se distorcia e tremia, tornando difícil de vê-lo.
-Execução Fukuhirai!
Antes mesmo de Rozan notar o movimento de Nein, ele sentiu um corte, não era doloroso, era como uma alfinetada, quando ele se virou para ver o que tinha acontecido, Nein estava atrás dele, e seu braço cortado em extrema perfeição.
Logo após notar que teve seu braço arrancado, Rozan recuou, assustado com a velocidade e poder que o seu antigo aluno tinha conseguido. Após chegar a alguns metros de distancia de Nein, o corpo de Rozan começava a pegar fogo, a chama, que a cada vez ficava mais forte, não parecia estar machucando Rozan, na verdade, parecia estar o curando, as chamas, do nada, começaram a se apagar, mostrando Rozan, agora com seu braço de volta e sem nenhum machucado causado pelo fogo.
-Infelizmente, não vou poder te poupar dessa luta, Nein!
-Eu não preciso de sua misericórdia!
O Corpo de Rozan, novamente começou a ser engolido por uma chama, mas, diferente da outra, essa era muito mais poderosa e crescia muito mais rapidamente que a outra; a chama só havia parado de crescer quando ela alcançou vários metros de altura, então, a chama começou a tomar forma, os braços vieram primeiro, extremamente grossos e o que pareciam ser centenas veias grossas, após isso, o rosto da criatura foi formado, era semelhante ao dragão que Rozan havia se tornado, só que dessa vez, muito maior e coberto de chamas, uma voz, extremamente grossa e alta vinha da criatura, ela dizia:
-Ifrit!
-Finalmente, Finalmente essa batalha ficou interessante! Acho que também vou começar a ir com cem porcento! Execução Tenriuhirai!
As poucas nuvens que circulavam os céus do deserto lentamente começaram a se aproximar da espada de Nein cercando-a com uma fina camada de nuvens e raios.
-Tempesta.
Com as silenciosas palavras ditas, direto da espada de Nein surgiram dois lobos, feitos de arcos de plasma, os lobos então correram com velocidade total ao corpo de Rozan, que estava no meio do peito da brasa agora chamada Ifrit, os lobos conseguiam andar pelo ar, como se fosse um chão normal, então, quando chegaram perto do corpo da criatura, eles a morderam, aparentemente não conseguiam chegar mais perto do corpo de Rozan.
-Dispersa.
Nein então levantou sua espada para cima, enquanto isso a camada fina de nuvens se dispersou de sua espada, quando as nuvens chegaram ao céu, uma explosão gigantesca aconteceu, no som de estrondos e luzes, subitamente aquelas poucas nuvens se multiplicaram, escurecendo totalmente o céu. Com isso, centenas de luzes apareceram em meio as nuvens, elas giravam e piscavam em meio aos céus escuros como a noite, o único resquincio de luz que existia era as chamas do Ifrit e as luzes mais fortes que se moviam em meio ao céu escuro
-Execução, Hyakuhirai.
Nein então fez um corte horizontal no ar, as luzes então começaram a piscas e se mover mais rápido progressivamente, chegando num ponto onde não era mais possível ver as luzes, subitamente, centenas de trovões vermelhos atingiram o Ifrit, que rapidamente se dispersou, deixando um Rozan machucado, e agora sem o seu braço que ele invocou.
Rozan, agora extremamente machucado e quase inconsciente, tentou levantar, cambaleando e quase morto
-Eu não vou deixar você fugir Nein!- gritou ele com o pouco de forças que ainda lhe restava, ele sabia que não havia nenhum jeito de sobreviver, mas ainda sim com muito esforço ele poderia matar Nein.
-Você não vai fugir! Nem que eu tenha que morrer por isso! Eu vou te matar Nein!
-Bahamut.




































Notas do autor bostão:
Isso foi o maximo que eu consegui escrever do Capitulo 4, é até que uma quantidade legal, mas simplesmente o desinteresse me previniu de terminar, vou deixar o final aberto sem forçar nenhuma merda porque realmente, tirando as runas, a fanfic está do jeito que eu queria (porque puta que pariu, como eu me odeio por ter inventado as runas

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Capitulo 3 - Nein, o ser mais poderoso do mundo.

Capitulo 3
”O Cerco”


Lyon, agora tratado, descansava em uma maca, sem saber que o maior desafio da equipe agora seria apresentado.
Um ser de pura maldade, sem limite de poder eminente, se dirigia para a central, uma torre colossal que só aparecia para quem realmente precisava, ou tinha uma gigantesca força de vontade. O homem esticou seus braços, agora a apenas um quilômetro da entrada da torre e liberou uma massa negra que se espalhou por ar e terra, e consumiu a torre.
Então, o homem de tapa-olho chegou a central, totalmente destruída após a massa negra consumir metade dela.
O Anão da direita, ainda sim assustado com a morte de seu companheiro, que tinha sido cortado completamente ao meio pelo golpe perguntou ao homem de tapa-olho.

— Quem... Quem diabos é você!?

O Homem, rindo quase histericamente replicou:
— Eu sou a morte, o destruidor de mundos, mas para vocês, reles mortais, eu sou Nein, Primeiro comandante da...

Antes mesmo de Nein completar a frase, o anão se jogou ao ataque, fazendo com que sua espada brilhasse num tom púrpura ainda mais forte, e gritou:

Nepherim!

   No momento que tais palavras foram ditas, uma esfera de luz cobriu os dois, tal luz tão brilhante que cegaria qualquer homem mesmo que olhasse de relance, ficaria cego diante de tal poder.
Após alguns segundos, a luz se sessou, mostrando o anão, ajoelhado ao chão, segurando o punhal de sua espada, que tinha sua lamina perfeitamente cortada.

— Que golpe patético, tentar me cegar e então me matar?

—Seu... Seu!

— Bem, não quero desperdiçar minha saliva, então...
Nein segurou a espada com as duas mãos, entrando em posição de batalha, ele então cortou o ar, criando um barulho estrondoso, e após isso, embainhou a espada e saiu em direção da torre.

— Espere! Eu ainda Não Perdi! — Logo após ele completar a sentença, o ar em que Nein cortou se escureceu, virando a mesma massa negra de antes, só que exatamente do formato da lâmina.

— Execução Hirai — sussurrou Nein, já longe do local onde o anão, agora decapitado, caia no chão.
O homem explodiu a porta apenas estalando os dedos, e todos no local imediatamente o encaravam, ainda surpresos com a metade que faltava. Procuravam por seus amigos e companheiros que ali se encontravam. Por sorte, a outra parte da torre conseguiu se segurar. O corte era extremamente preciso e cortou só metade da torre. Todos da Dark Honor já se preparavam para lutar. Kryon parte para cima com seus punhos brilhando e ele bradando:

— Power Punch! — Então, ao tocar seus punhos no chão, uma rajada de eletricidade sai de seus dedos e se dirige até Nein, que desaparece e aparece do outro lado da sala, prendendo Kryon com um soco.

— Nunca. Nunca mesmo, tente me acertar com um soco. Entendeu, idiota? — Nein se dirige a Kryon, que tinha várias partes do corpo cobertas de sangue. Ele levanta a cabeça, e encara seu inimigo que só tinha um olho.— ENTENDEU? — Nein força o corpo de Kryon contra a parede com mais força.

— Drill Spear! — Jeino cria uma lança toda condecorada com gemas e sua ponta era feita de cristal de titânio, o terceiro cristal mais forte do universo. A lança começa a brilhar e sua ponta gira mais rápido ainda, e ele parte para Nein, agora de costas para o resto da sala. Enquanto se virava em alta velocidade para acertar Jeino com um chute, Nein fala:

— Sabia que é errado interromper uma conversa? — Ele acerta seu chute, e seu sapato luta com a lança. Ele coloca sua mão por cima de sua perna e lança outra rajada de matéria negra, que por pouco não acerta a cabeça de Jeino, apenas tira metade de sua orelha, e joga seu corpo para trás, destruindo sua lança. Antes mesmo que percebesse o que fez, Nein recebe um ataque de Streyo, que estava com seu machado duplo e atacava por cima. Nein coloca seu braço de prótese em cima dos olhos. Ele percebeu que o ataque era muito forte para defender com apenas um braço, e coloca a mão que estava segurando Kryo para forçar seu braço mecânico para o lado, e acertar Streyo com um outro soco. jogando-o no teto.

— Esse é o poder máximo de vocês? Nem me fizeram usar a Kabuto. — Ele dá dois tapas na espada, enquanto Streyo cai ao seu lado. — Idiotas, me digam aonde está o grão-mestre, e talvez eu deixe vocês vivos. Nesse momento, Nein ouve algo:

— Precisamos tirar você daqui. — Era a voz de Kakuro.

— Claro que não! Eu vou descer lut... — Era o grão-mestre, que foi interrompido por Nein, que quebra vários andares de teto e aparece no último andar, que estava com vários soldados, entre eles, o grão-mestre e Kakuro, que passa por todos eles e fica encarando Nein.

— Olá, irmãozinho. — Diz Nein.

— Nephatus... — Kakuro diz, devagar.

— NÃO ME CHAME ASSIM! AGORA EU SOU NEIN, O SER MAIS PODEROSO!

— Vamos ver. — Kakuro faz suas unhas ficarem escarlate e ficarem como lâminas, e faz um movimento com o antebraço, abrindo-o rapidamente. — Royal Demon Rose!

Rosas Diabolicas Reais

Nein usa sua matéria negra para defender-se das rosas. Enquanto isso, os cavaleiros colocavam o grão mestre dentro de uma carruagem carregada por Pégasus. Ele já decolava quando Nein se cansa e usa seu escudo de matéria negra como ataque, e assim que pega Kakuro, fica dura, como diamantes negros. Deixando apenas sua cabeça com movimentos livres. 
   Então, Nein pula por cima de seu irmão.

— Desculpe por isso, logo você poderá se soltar. — Então ele percebe que os soldados já estavam no primeiro andar, liberando a carruagem.

— Dark Mater Gust. — Uma rajada de matéria negra de Nein voa em direção a carruagem, e se transforma em apenas um cristal duro e fino, que perfura o tórax do grão-mestre. Nein faz o mesmo procedimento, e agora acerta o pégaso, que cai do céu.

O grão mestre agarra o que o acertou e o puxa, percebendo que era apenas uma agulha. Ele se levanta e pula para fora da carruagem, caindo suavemente no chão graças ao ar, que obedecia seus movimentos.

— Não vai me matar com essa coisinha. — O grão mestre se teleporta para frente de Nein, que acabava com todos os soldados.

— Ainda está vivo?! — Nein se irrita, e corta o lugar aonde a cabeça do grão mestre deveria estar, quando na verdade estava atrás dele, colocando a palma de sua mão no coração de Nein.

— Silver Wind! — O grão mestre distancia sua mão uns dois centímetros do peito de Nein, e depois aproxima novamente, mas agora com uma rajada de ar que joga o homem para frente, mas Nein consegue se equilibrar e atacar novamente com a matéria negra, dessa vez acertando a cabeça do grão mestre, cortando-a fora.

— Execução Hirai. — Ele embainha sua espada novamente, e agora sai correndo, mas consegue ver Jeino e Streyo se levantando, muito machucados. Kreyo ainda estava parado, deitado em uma poça de sangue. Kakuro desce todos os andares. E percebe que seria inútil correr atrás de seu irmão, e vai ajudar Kreyo.


Depois de um tempo, Nein já saía do deserto que cercava a central e chega em uma depressão, com várias montanhas ao seu redor. O local marcado com seus amigos para se encontrarem. Nein se senta, e espera. Ele ouve um barulho atrás de si, e desembainha sua espada - Kabuto - enquanto se vira. Um ser alado coberto de escamas e cuspindo fogo pelas narinas, o encarava.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

As Cronicas e Aleatoridades de Gugol, Historia 1




Historia 1- O Ataque a Paris


A guerra já se estendia já a vinte anos, o Senhor ainda não tinha atacado vossa excelência, nem mesmo ele atacou em proporções significantes apenas destruindo algumas estruturas marítimas na costa leste e em Londres.
A inteligência já estava suspeita, barcos de transportes rodavam entre a America do Norte e a Grã Bretanha, e a guarnição de Londres havia aumentado em quantidades inumanas.
Eu ainda era novo demais para saber como começou a guerra, mas meu pai, general do oitava brigada turca, e que deus tenha sua alma, disse que a guerra começou quando o Senhor pagou em tecnologias avançadas para que a líder da republica comunitária africana atacasse o pais de vossa excelência .
O motivo de eu estar escrevendo esse livro, era para contar a minha historia, e por que eu sou um dos poucos sobreviventes desse terror e o que deveria ser um dos maiores crimes de guerra.
Nós descobrimos o ataque depois de que, um de nossos espiões, viu que os guardas estavam agindo estranhos, totalmente devidos de emoções e nunca dormiam, além disso, todos eles eram estranhamente semelhantes. Quando o espião falou isso, eu era um dos guardas do comandante Tepiskolos, um gênio estrategista grego que foi encarregado de defender Paris e Orleans, com certeza uma tarefa que apenas poucos aguentariam os deveres de defender uma das maiores e mais importantes cidades de toda Europa.
Logo naquele dia, eu já não estava bem, estava tentando aceitar a morte de meu pai enquanto defendia bravamente a Turquia, que logo foi dominada pelos africanos, quando o espião terminou de dar suas noticias, O Comandante Tepiskolos apontou a pistola ao espião e disse nessas mesmas palavras
-Eles fazem agentes duplos deles contarem mentiras tão idiotas!?
O Agente tentou se explicar, dizendo que o que ele dizia não era mentira, mas nada o convencia, quando o agente ia falar das centrais de qual surgiam mais e mais soldados o comandante puxou o gatilho, indo diretamente a cabeça do agente e o matando na hora; Após alguns segundos de silencio, os soldados voltaram a sua rotina normal, era comum o comandante executar um ou outro soldado quando noticias ruins ou quando ele suspeitava de algum soldado, o pobre agente não sobreviveria mesmo se o comandante tivesse acreditado no que ele disse, quem dera que ele tivesse acreditado, a ordem do comandante continuou a de sempre, mantenha seiscentos soldados, cinquenta armas antitanque, e cem canhões Howitzers Antiaéreos, nada mais ou menos, desprovidos de infantarias mecanizadas ou de armas antimecanoides, que apesar de que nenhum mecanoide até aquele dia foi produzido com intuito de combate, ainda sim era uma ameaça.
O ataque começou dois dias depois do espião ter sido executado, felizmente, eu ainda estava em Orleans junto com o comandante, que estava se preparando para um discurso, as noticias diziam pelos rádios e televisivos, de que duzentos soldados idênticos, e pelo o que parecia, sem emoções, junto com um mecanoide de vinte metros de altura armado até os dentes tomaram Paris, as defesas da cidade haviam sido brutalmente assassinadas, mas estranhamente, os civis não tinham morrido, claro, exceto aqueles que foram burros e atacaram ou aqueles monstros gigantes, ou os clones desalmados.
Após o comandante ouvir essa noticia, ele mandou todas as forças de reserva atacar e reconquistar Paris, o ataque foi fácil, mas custou a vida de milhões de cidadãos parisienses, que morreram pelos ataques de bombas nucleares táticas que foram lançadas, quando conseguimos finalmente reconquistar Paris, descobrimos que um exercito de escalas bíblicas havia aportado nas praias de Caen, e em uma semana eles chegariam, os poucos que sobreviveram aos ataques nas praias, disseram que haviam três mecanoides, semelhantes ao que levou vinte bombas nucleares táticas, sem contar no que parecia ser um tanque maior do que os mecanoides, tal tanque foi dito ter aniquilado uma cidade inteira, a quilômetros de distancia, em um tiro.
Nós havíamos nos preparado para a batalha, tínhamos todos os soldados disponíveis e todos os fundos possíveis, tínhamos vinte armas antimecanoides, todas as que o Imperio possuía.
A batalha começou quando fomos informados de que duzentos mil soldados autômatos, que era como havíamos apelidado eles, haviam chegado por paraquedas exatamente onde os civis correriam, agora, os civis estavam presos na cidade, e um exercito gigantesco estava por vir. Quando tentamos mandar os civis junto com parte de nossas tropas, eles foram totalmente aniquilados, qualquer coisa viva foi simplesmente executada pelas maquinas sem alma que caíram do céu, estávamos cercados, a cidade estava completamente cercada pelos aqueles monstros, uma tenebrosa estratégia de guerra, tenebrosa, mas ainda sim extremamente efetiva.
Não havia mais para onde escapar, eu estava naquela hora com as Operações Especiais, conhecidos como a Parada Sombria, eram os melhores em defender cidades, um valia por pelo menos dez soldados.
Estavamos no prédio do parlamento quando soubemos que tinham invadido, sabíamos que ou morreríamos todos ou pouquíssimos sobreviveriam, mas ainda sim, nenhum de nós tinha medo, pelo menos para mim, meu maior medo era o deixar todos aqueles civis para morrer. Eu e o comandante havíamos já decidido, íamos coletar o maior numero de civis, e escapar pela frente, diretamente pelos mecanoides e aquele encouraçado.
Quando havíamos recolhido um numero aceitável de civis, aproximadamente uns vinte, decidimos ir direto a muralha de autômatos, pode parecer ruim, mas era a melhor escolha que tínhamos, nosso plano era conseguir flanquear os autômatos de forma de que eles não tivessem tempo para reagir, eles eram semelhantes a humanos, mas tinham um tempo de reação muito menor, pelo menos cinco segundos para atirar, mas nem eu e nem ninguém teria esperado que eles tivessem tal arma...







Developers Comments- Pra quem não entendeu o que diabos e isso, isso e uma serie de historias que eu simplesmente acabo pensando :p, essa ai se passa num clima futurista onde o mundo foi simplicado em 5 Paises comandado por 5 lideres, O Senhor (Mencionado na fic) que comanda a America do Norte, parte do mexico e a Grâ Bretanha) Vossa Excelência, que comanda a Europa inteira. A madame, que comanda a africa e a america do sul. E um cara lá qualquer que comanda a oceania e a asia que eu nem dei trabalho de pensar no que ele vai se envolver me esforcei pra fazer ele um personagem importante.


segunda-feira, 20 de julho de 2015

Blood Equality Capitulo 2- A Majestosa Central


Numa intensa e escura madrugada, andam os assassinos, que em seus rostos se mostravam claramente desapontados, até mesmo Kryon, o mais barulhento, preferia ficar calado após essa vergonhosa derrota:

- Pensando bem, como iremos tratar das feridas do Lyon? - disse Streyo, enquanto colocava Lyon no chão, ele estava sangrando em quantidades exorbitantes.

- Se não cuidarmos disso logo, ele vai seis pés debaixo do chão, temos que ir até a central pra cuidar disso...

- A central? Tem certeza que os hospitais daqui não vão o aceitar? - disse Kryon, lembrando de quanto tempo que não ouvia falar da central.

- Seria obvio que duvidariam de um bando de encapuzados jogando um cara com uma ferida de dois palmos de largura pra tratar.

Streyo, preocupado com o servo e amigo mais antigo da Dark Honor, logo mandou Jeino pegar as bandagens e Kryon preparar os cavalos, a distancia da central a cidade era muito maior do que suas runas chegavam.

Após dias de viagem, eles finalmente conseguiam ver a central, era uma torre no meio daquele pântano lamacento. Era bruscamente curvada para o lado direito, mais como se seu centro fosse de alguma massa maleável, era como se a gravidade não existisse para aquela torre.
  Eles em rápidos minutos chegaram ao portão, onde havia dois anões. Suas barbas ruivas eram gigantes, chegando até o chão, as armaduras deles eram tão grandes que só era possível ver seus olhos, que expressavam que aqueles anões já viram milhares de batalhas, havia também suas armas, o anão da esquerda, estava segurando um martelo do dobro do seu tamanho, que parecia ter sido feito de cristais com safiras, ou cobalto do mais claro e ainda vibrante possível, o da direita, segurava uma espada germânica, uma Zweihander, ela era de punhal feito de madeira púrpura, sendo que a lamina era feita de aço escuro como a noite das tundras do oeste.

Os anões logo se ajoelharam ao ver o rosto de Streyo.

- A grande central o espera mestre Streyo, do vigésimo casto de batalha. - Disse um dos anões.

- Gloria a Damocles, o deus da loucura e da justiça - Replicou Streyo, após isso, os portões se abriram. Impressionantemente, dentro da torre, ela parecia perfeitamente normal, sem nenhuma curva, nem a mais leve inclinação existia, Streyo logo disse a Kryon e Jeino, que nunca haviam visto a grande torre.

- Esta e a torre que incorpora a central, o nucleo de toda a Dark Honor e seus castos, elá só pode se manter a sim devido ao cristal de Damocles no topo da torre, onde apenas o Grão mestre pode entrar.

Eles logos se aproximaram a outro grande portão, dessa vez aberto, onde mostrou como era dentro da tenebrosa torre, diferente de como todos pensavam, a torre era como um bar, comida e bebida mais que abundante, pessoas festejando como nunca, eles andaram, deixando os cavalos perto dos portões. Streyo logo se aproximou a um homem de manto preto, em sua cintura era possível ver uma adaga embainhada, seu rosto era de no máximo vinte anos, com cabelos finos, bagunçados e prateados, ele estava sentado empinando sua cadeira enquanto bebia um copo de flor genocida, uma das bebidas mais caras do lugar.

- Kakuro, temos um paciente pra você. - Apressou-se Streyo a dizer.

Kakuro estava bêbado, constantemente soluçando, ele logo replicou.

- A nãããooo ser que você pague em garotas, o hospital está fechado.

- Dez dedos de largura

Kakuro logo caiu da cadeira, a bebida de flor derramou em seu rosto, enquanto se limpava, ele mostrou uma cara assustada.

- Dez dedos?! Isso e biologicamente impossível, deixe eu ver!

- Só se você o tratar.

- Se você me deixar fazer exames nele eu o trato.

- Trato feito.
Ambos apertaram as mãos, mostrando um sorriso maligno característico dos dois. Kakuro deu um grito que ecoou por toda a torre
- Diana, Vaelin! Vão pegar os equipamentos! Temos um paciente interessante... - Gritou Kakuro, logo antes de estampar um sorriso sarcástico.


Notas do autor:
(1) Holy sh*t, essa capitulo demorou pelo menos umas quatro horas pra fazer, em compensação esta gigante nos meus termos.

(2) Foi mal pela falta de capitulos, teve uns negocio de escola, ai teve aquela porcaria do osu que tirou metade da minha vida, e terraria, mas agora eu espero voltar com tudo (also, isso vai estar agora na casa das fics)

Notas do editor/revisor/escrevo

[1] gigante o caraleo

[2] Eu consegui tirar ele de dentro de uma armadilha chamada sedentarismo, que quando junta com animes e Osu! traz a virgindade eterna.

[3] #escravidãoéerrado

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Cronicas de um Capitulo Capitulo 2- Os Jogos de Sangue

Cronicas de um Capitulo
Parte 1- A 10° Companhia
Capitulo 2- Os Jogos de Sangue

Após sobreviver aos desertos de Baal, Indevus foi o primeiro a chegar na Queda do Anjo, lá ele via o rosto dos Blood Angels, eram altos, acima do possível humano, pelo menos três metros, eles eram belos, de rostos jovens sem nenhuma cicatriz em seus rostos. Logo quando olharam para Indevus começaram a cochichar

“Estou surpreso, achei que esta leva estava perdida, ou esse garoto tem o Imperador ao seu lado, ou ele tem muita habilidade” o outro logo respondeu “Não e possível, ele só teve sorte em ter demorado apenas três dias pra chegar aqui, provavelmente e de uma tribo perto daqui.”

  Estavam errados os soldados, sua tribo era extremamente longe da Queda do Anjo, mesmo assim, Indevus facilmente chegou, pois já estava acostumado a planar pelas dunas e já havia descoberto as fraquezas dos escorpiões flamejantes, criaturas gigantes que sua picada fazia o sangue ferver como se estivesse em chamas.

No dia seguinte, com leves cortes e machucados Uriel e Jano chegaram, ficaram surpresos por Indevus ter chegado tão cedo na área, achando que seriam os primeiros.
Apos três dias de espera, Diman chegou, surpreendentemente ele não tinha nenhum arranhão ou machucado, apesar de ser o líder tático, sem um mapa ele era completamente cego.
Após duas semanas, os jogos de sangue haviam começado, de pelo menos quarenta pessoas que Indevus viu no caminho para a queda, nenhuma ele reconhecia. O mestre do capitulo anunciou os jogos, seria em forma de torneio um contra um, diferentes dos outros que eram os vinte sobreviventes. Logo no primeiro jogo, seria Diman contra um garoto de mesma idade, os soldados deixaram eles com apenas roupas finas, e uma lança, devido sua arrogância, o rival de Diman deu sua lança a ele.

A Batalha havia começado, logo quando Diman tentou atacar o garoto, ele quebrou a lança deixando apenas a ponta em mãos do homem, a mesma coisa com a outra, rapidamente ele tentou dar um chute em seu estomago, mas Diman bloqueou, enfiando a ponta de uma das lanças no calcanhar dele, e a outra na virilha, ele rapidamente as tirou, enfiando-as em seus pulsos, o adversário desistiu da luta, tendo perdido o movimento nas mãos e numa das pernas, facilmente Diman ganhou.

Seguindo era a batalha de Uriel, onde ele facilmente ganhou empalando seu adversário e o jogando para fora de ringue.
Após isso Jano fez a mesma estrategia, honorando o nome de plagiador.
Então, foi a batalha de Indevus, diferente dos outros, seu adversário era muito maior, tendo o tamanho dos Space Marines.
No mesmo gesto de arrogância, ele deu sua lança a Indevus, que longo se dispensou das duas, honrando a luta corpo-a-corpo a prova real de habilidade. Quando a luta começou, Indevus rapidamente girou e chutou seu rosto, mas parecia não ter efeito nenhum, logo, ele pegou Indevus pelo braço e disse: “Um Space Marine, você? Não é possível, apenas os mais fortes conseguem ser, seu lugar é na Guarda Imperial, ou até mesmo nas Adeptas Soritas."

 Logo, com um gigantesco grito Indevus respondeu: “Vamos ver se você e tão forte quanto se acha!” Indevus rapidamente fez o homem soltar ele, dando uma poderosa sequencia de chutes e socos. Após um tempo, os punhos de Indevus estavam destroçados, sendo quase o pó do osso, e o homem com apenas alguns machucados, mas mesmo assim, irritado com o garoto, ele andou diante a ele, dando um poderosíssimo soco nele, jogando-o para trás e quebrando sua mandíbula. Ele então perguntou: “Ainda tem essa ideia estupida de ser um Space Marine!?” Indevus sem hesitar respondeu com um grito “Sim!” o homem rapidamente foi até Indevus e pegou sua mão, quebrando-a e disse: “Ainda?” então, com outro grito, ignorando a dor excruciante ele disse: “Sim! Eu quero ser um Space Marine, eu quero ser um dos lendários Blood Angels!” com uma leve risada ele disse: “Dante! Esse garoto é insistente, você aprova ele?” Indevus sabia que já tinha ouvido esse nome de algum lugar, só não lembrava aonde. Então, da arquibancada levantou um homem velho, de pelo menos oitenta anos e ele disse: “Esse garoto tem a dedicação de um Blood Angel, ele está legitimamente aceito aos Blood Angels!” Este homem era Dante, o mestre do capitulo dos Blood Angels, e um dos homens que a mais tempo serviu o Imperador, tendo mil anos apenas sendo mestre do capitulo.
Após todos serem tratados de suas feridas, Dante anunciou aqueles que passaram o Torneio “Aqueles que são próprios merecedores da honra de servir o grande Imperador são- Indevus, Vasco, Liro, Yarrick, Jano, Uriel, e Diman” O nome de outras quarenta e duas pessoas foram chamadas, mas só prestaram atenção nesses. Eles comemoraram como se fosse nunca, o primeiro estagio havia acabado, mas ainda havia muito até serem um verdadeiro Space Marine.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Cronicas de um Capitulo Capítulo 1- 10° Companhia

Cronicas de um Capitulo
Parte 1 - A 10ª Companhia
Capítulo 1- A 10° Companhia dos Blood Angels

Lá jazia a Decima companhia dos Blood Angels, eram apenas garotos, não ultrapassando vinte anos, mesmo assim, já tinham visto mais sangue que milhões de guardas imperiais. A companhia era composta de dez esquadrões de escoltas, e 56 neófitos, adolescentes que tinham seus implantes biológicos recém-implantados. Um desses neófitos era Indevus, ele tinha apenas quatorze anos quando decidiu que viveria a vida de um soldado, um Space Marine.
Num tenebroso e escuro futuro, a apenas guerra.
Capitulo 1- “A queda do anjo”

Numa tribo chamada Sangi, vivia o jovem de apenas quatorze anos, Indevus, diferente de muitos outros jovens da tribo, ele era um dos melhores lutadores, conseguindo facilmente derrotar adultos muito maiores e experientes, ele tinha formado um grupo de guerreiros, As Grandes Lanças era o nome, todos tinham um sonho em comum, ser um Blood Angel, a força militar mais forte que eles podiam pensar. Indevus era o líder deles, seguido pelo seu braço direito Uriel, o líder de operações Jano, e o mestre tático Diman. Todos eram esguios, altos e com varias cicatrizes de batalhas passadas.
Num dia, um boato surgiu pela tribo, os Blood Angels estavam procurando recrutas, para se juntar após três anos ajudando seus irmãos, os Ultramarines na defesa de seu mundo contra a Frota Colmeia Bahamute que estava atacando o mundo de Ultramar, onde em um campo statico “vivia” seu primarco, Roboute Guilliman, apesar de sempre se odiarem, culpando Guilliman pela morte do primarco dos Blood Angels Sanguinius, eles deviam muito as milhares de ajudas dadas pelos Ultramarines.
Após as Grandes Lanças saberem da noticia, eles esperaram anciosos pela carruagem voadora, que anunciaria quando os torneios começariam. Doze dias se passaram e lá se avistava, um pedaço de material desconhecido indestrutivel pintado nas cores do capitulo, seus cavalos escondidos, faziam ele voar, seus gritos eram como os poderosos ventos das runas. Lá gritava o anunciante “Os torneios para os neófitos começarão hoje! Os participantes terão que cruzar as dunas e florestas de Baal Secundos com seus planadores até A queda do anjo para o torneio!”. Empolgados, as Grandes Lanças correram até suas casas para pegar seus planadores, e viajaram até os desertos, onde seria formada uma promessa em que os salvou, Diman, pensando como cruzar, disse: “ Se nós formos juntos, acabaremos atrapalhando um ao outro, então, após esta colina, nós iremos em caminhos diferentes, sem ajudar o outro” já que Diman tinha o costume de ter planos com certeza de dar certo, todos aceitaram sem hesitar.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Blood Equality Cap 1

Blood Equality


C
apítulo um -1 O Grande Exercito Real



   Numa rua escura, um par de homens encapuzados andam, com uma silenciosa conversa

- Hey chefe, o que a gente faz agora?
Diz o homem, que tira seu capuz, mostrando um rosto esculpido, cabelos escarlates jogados para trás e uma cicatriz no canto esquerdo de sua testa, e uma gigantesca tatuagem no aparente formato de lua.
- Nada, a melhor coisa que a gente pode fazer. Agora coloque seu capuz de volta, vão nos notar se ficar expondo seu Inklon.
- Que saco, não posso nem ficar um segundo sem a porcaria do capuz e já levo bronca
Então, os homens vestindo os mantos negros como a noite, saem em direção a um beco, onde outro par de homens com a mesma vestimenta aparece.
- Boa noite, chefe.
Diz o homem enquanto tira seu capuz, mostrando uma tatuagem de lua correndo de sua testa até seu ombro esquerdo.
- Olá Jeino, uma bela noite não é? Perfeita para o trabalho designado.
- Sim senhor, mas se me permite, qual e o serviço de hoje?
- Assassinar um Whermatch, um tal de Lokus.


Então, os quatro homens caminham lentamente a um Plaza quase deserto, onde só havia outras duas pessoas. Uma mulher de armadura vermelho sangue, segurando uma espada e escudos vivos, e um homem de armadura semelhante a usada pelos paladinos segurando uma espada de pelo menos dois metros de altura.
 

O cara da espada gigante e o nosso alvo, deixe para o Lyon mata-lo, se a garota nos ver,  Kryon, mate-a.
- Entendido senhor.
- E pare com esse negocio de senhor,a unica diferença entre nos e o poder dos nossos Inklons. Agora, sem mais papo furado, vamos!
Os quatro homens se jogaram no alvo com o objetivo de mata-lo, mas...
- Cairam direitinho, agora Kries!
Das sombras, surgiu dois homens que estavam se escondendo, esperando o ataque.
- Lyon não perca tempo! Mate o alvo logo!
Disse a figura ainda encapuzada.
Lyon então puxou suas armas, eram como nunchakus, mas modificados para aguentarem laminas que cortariam até aço espiritual.
- Dança das sete mil laminas, Alferin!
Lyon então começou a girar seus nunchakus  até que elas começaram a brilhar no vermelho como metal derretido.
- Técnica do oitavo julgamento, Lancelot!
Os nunchakus começaram a se derreter nas mãos de Lyon, formando lentamente uma lança.
- Morra...
- Hoje não!
Logo atrás de Lyon, um homem de roupas nobres e uma mascara de valquíria.
Lyon logo virou, mas o homem foi mas rápido e o empalou com uma alabarda de cristal.
- Diga obrigado, você foi um dos poucos a experimentar o sabor do Caliburo de Espíritos
- Não toque nele miserável!
Disse o homem se jogando na figura, com a força da investida, seu capuz voou se mostrando uma pessoa de cabelos pretos profundos e  a tatuagem cobrindo metade do seu rosto,
- O que está acontecendo Kagama? Você nunca lutou tão bem assim desde quando nos conhecemos.
- Cale-se! E melhor começar a lutar e parar de desviar!
Enquanto Kagama lutava, Jeino e Kryon levantavam Lyon.
- Senhor!  Lyon não está em condições para lutar!
Ouvindo seus soldados, Kagama da um poderoso  chute na figura de mascara, jogando-a para trás e recua.
- Homens! Estamos recuando! Preparem seus Inklons!
- Sim senhor!
Subitamente, todos os assassinos haviam desaparecido, sobrando apenas runas onde eles estavam.
- Co..Como eles fugiram?
- Foi o Inklos...
- O que é esse tal de Inklos senhor?
Perguntou a mulher ao homem mascarado
- O Inklos e uma runa Zvr
ïger, o tipo mais raro de runa encontrado, tendo apenas quinze variantes.
- Ainda não entendo senhor...
- Espere eu terminar de falar. As Zvrïger tem um poder único, elas aumentam todos os sentidos do ser humano, O aprimoramento desses sentidos já evoluídos leva a criação de poderes sobrenaturais. Por exemplo, o “teleporte” deles foi apenas um aprimoramento de seus músculos, levando eles a usar uma velocidade incrível.
Após a explicação da figura, ele se afastou do grupo, e sussurrou ao vento.
- Se eles continuarem ficando fortes, a Crossing Lindros Zero terá que ser chamada...
Então a figura lentamente removia a sua mascara, mostrando um belo rosto, de olhos azuis como o céu e um cabelo longo e loiro até seus pés.

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